Improvisação garante içamento com segurança

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foto-12Os vidraceiros esqueceram as ventosas, mas com experiência e improviso o serviço não foi adiado


Na instalação de vidros a improvisação e a criatividade ajudam a evitar transtornos e a corrigir erros. A reportagem de T&V flagrou um desses casos, ocorrido na instalação de grandes peças de vidro laminado opacos em uma igreja. Acompanhe!
Em uma instalação na cidade de Taubaté, tudo estava combinado. Os vidraceiros chegariam cedo, provenientes da cidade de São Paulo (distante 120 km), trariam diversas ventosas manuais e, no local, um grupo ajudaria a erguer os vidros com andaimes e cordas até um mezanino com oito metros de altura. As cordas seriam amarradas nas ventosas, visto que as peças grandes, com 12 mm de espessura, não subiriam pela escada estreita que existe nos fundos.
Na chegada dos três vidraceiros contratados, uma constatação preocupante: Apesar das instruções terem sido reforçadas, eles se esqueceram de trazer as ventosas manuais. O que fazer em uma situação dessas sabendo-se que a peça maior pesava mais de 200 quilos?


A solução foi fornecida pelo fornecedor de andaimes da obra, Antonio Assis, da Diássis Andaimes. Acompanhe:

 

 

foto-101. A primeira providência foi acrescentar às cordas que já estavam no local algumas correias automotivas usadas, que possuem grande resistência mecânica à tração.

 

 

 

 

 

foto-202. As cordas foram então utilizadas para envolver o vidro e as correias entraram como item de segurança, dispostas de modo a evitar que elas escorregassem para o centro, o que poderia provocar a queda da enorme peça de vidro. Pela experiência que possuía, Assis
garantia que se puxadas de um ponto central as cordas não teriam como escorregar para as extremidades.

 

 

 

foto-303. A estrutura metálica que suporta o telhado da igreja foi reforçada com escoras metálicas ajustáveis e nela foi pendurada uma talha mecânica para puxar as peças de vidro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

foto-404. Assis acompanhou com cuidado o levantamento dos vidros, apoiando a peça na metade da subida sobre um andaime menor, somente por precaução.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

05 a 07. Lentamente, porém, com muita segurança, a peça maior foi erguida sem qualquer problema ou dificuldade adicional:

 

foto-5

foto-7foto-6  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

foto-8foto-908 e 09. As seis peças menores que compunham a instalação foram deslocadas com maior facilidade.

 

 

 

 

 

 

 

foto-1010. A única dificuldade foi na hora de posicionar a peça maior sobre os caixilhos, que exigiu mão de obra adicional.

 

 

 

 

 

 

 

foto-1111. Na visão pelo lado de dentro da obra, sobre o mezanino, tudo perfeito.

 

 

 

 

 

 

 

A instalação dos vidros laminados opacos, produzidos pela Glassec na igreja localizada em Taubaté teve tripla função:
A primeira foi estética, pensando em fechar o vão deixando porém a luz entrar de forma difusa e enobrecendo o local com o vidro.
A segunda função foi para isolar acusticamente o local, barrando a saída do som que perturbava os vizinhos e, ao mesmo tempo, melhorando a sonorização interna. A obra será completada com a instalação de um forro que será instalado a partir do topo da parede de vidro.

A terceira foi funcional. A parede se transformou em um local propício para a apresentação de teatro de sombras. Além disso, o vidro laminado opaco permite perfeita projeção invertida, isto é, possibilita que a imagem projetada por um aparelho tipo datashow por trás não perca definição com até 3 metros de altura, transformando a parede em uma imensa tela.

 foto13

 

 

 

 

 

 

 

 

Comentários
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anonimo  - segurança?   |23.09.2011
é pessoal, o único ponto de segurança que foi identificado/pensado, foi apenas com a queda do material, dano/custo a
única preocupação.

Todos podem ver, que os colaboradores acima, estão em um andaime de no minino 7 m, sem a SUA
SEGURANÇA ADEQUADA, colocando em risco sua propria vida.


conforme a NR 18 cita sobre trabalhos em altura, sendo
obrigatório o uso do cinto de segurança para trabalhos superiores a 2m.

equipamento de proteção EPI que
deverião ser utilizados são:
cinto de segurança,
talabartes para realizar a ancorajem na estrutura do andaime,
evitando se em caso de queda o contato com o solo, oculos de segurança,
capacete para os operadores abaixo, em caso
de queda de algum tipo de material ou ferramenta.
luvas.

os colaboradores deveriam realizar a fixação do andaime
junto a estrutura, evitando que o mesmo se desloce ou balançe, Sinalizar a área ao redor da atividade, evitando assim
a circulaçÃ...
anonimo  - segurança?   |23.09.2011
é pessoal, o único ponto de segurança que foi identificado,pensado, foi apenas com a queda do material, dano,custo a
única preocupação.

Todos podem ver, que os colaboradores acima, estão em um andaime de no minino 7 m, sem a SUA
SEGURANÇA ADEQUADA, colocando em risco sua propria vida.


conforme a NR 18 cita sobre trabalhos em altura, sendo
obrigatório o uso do cinto de segurança para trabalhos superiores a 2m.

equipamento de proteção EPI que
deverião ser utilizados são:
cinto de segurança,
talabartes para realizar a ancorajem na estrutura do andaime,
evitando se em caso de queda o contato com o solo, oculos de segurança,
capacete para os operadores abaixo, em caso
de queda de algum tipo de material ou ferramenta.
luvas.

os colaboradores deveriam realizar a fixação do andaime
junto a estrutura, evitando que o mesmo se desloce ou balançe, Sinalizar a área ao redor da atividade, evitando assim
a circulaçÃ...
anonimo  - segurança?   |23.09.2011
é pessoal, o único ponto de segurança que foi identificado,pensado, foi apenas com a queda do material, dano,custo a
única preocupação.

Todos podem ver, que os colaboradores acima, estão em um andaime de no minino 7 m, sem a SUA
SEGURANÇA ADEQUADA, colocando em risco sua propria vida.


conforme a NR 18 cita sobre trabalhos em altura, sendo
obrigatório o uso do cinto de segurança para trabalhos superiores a 2m.

equipamento de proteção EPI que
deverião ser utilizados são:
cinto de segurança,
talabartes para realizar a ancorajem na estrutura do andaime,
evitando se em caso de queda o contato com o solo, oculos de segurança,
capacete para os operadores abaixo, em caso
de queda de algum tipo de material ou ferramenta.
luvas.

os colaboradores deveriam realizar a fixação do andaime
junto a estrutura, evitando que o mesmo se desloce ou balançe, Sinalizar a área ao redor da atividade, evitando assim
a circulaçÃ...
anonimo  - segurança?   |23.09.2011
é pessoal, o único ponto de segurança que foi identificado,pensado, foi apenas com a queda do material, dano,custo a
única preocupação.

Todos podem ver, que os colaboradores acima, estão em um andaime de no minino 7 m, sem a SUA
SEGURANÇA ADEQUADA, colocando em risco sua propria vida.


conforme a NR 18 cita sobre trabalhos em altura, sendo
obrigatório o uso do cinto de segurança para trabalhos superiores a 2m.

equipamento de proteção EPI que
deverião ser utilizados são:
cinto de segurança,
talabartes para realizar a ancorajem na estrutura do andaime,
evitando se em caso de queda o contato com o solo, oculos de segurança,
capacete para os operadores abaixo, em caso
de queda de algum tipo de material ou ferramenta.
luvas.

os colaboradores deveriam realizar a fixação do andaime
junto a estrutura, evitando que o mesmo se desloce ou balançe, Sinalizar a área ao redor da atividade, evitando assim
a circulaçÃ...
anonimo  - segurança? continuação   |23.09.2011
circulação inseguras de pessoas no local.

colaboradores deveriam apresentar exames ASO para tal atividade, segue
material abaixo:

Existe uma grande variabilidade de fatores causadores de quedas de planos elevados (altura), tais
como a falta de boas condições físicas e psíquicas do trabalhador. Também existe uma grande variedade de
condições clínicas que poderiam afetar o estado de saúde do trabalhador e contribuir para a queda de planos
elevados, originando sérios acidentes, muitas vezes levando à morte.
O fator humano - estado de saúde do trabalhador
- apesar de não ser o fator que mais freqüentemente ocasiona a queda de planos elevados, deve ser considerado
relevante e objeto de observação quando da análise dos acidentes por queda, e os fatores que predispõem o
trabalhador a esse tipo de acidente devem ser devidamente pesquisados por ocasião dos exames ocupacionais (admissional,
periódico, de retorno ao trabalho ...
anonimo  - continuando.   |23.09.2011
de retorno ao trabalho ou mudança de função).
Como anteriormente citado, existe uma grande variedade de condições
que predispõem a queda do próprio nível ou de
locais altos. Entre essas condições, citamos a epilepsia, vertigem
e tonteira, e outros distúrbios, como do equilíbrio,
movimentação, cardiovasculares, otoneurológicos e
psicológicos, em particular a ansiedade e fobia de altura (acrofobia).
Concomitante com essas condições clínicas,
outros fatores circunstanciais que independem de exame médico prévio devem ser
considerados. É o caso do consumo de
bebida alcoólica por trabalhador hígido antes de iniciar o trabalho em locais altos,
a alimentação inadequada, as
noites mal dormidas e o uso de medicamentos que atuam sobre o sistema nervoso central, os quais
nem sempre podem ser
identificados nos exames ocupacionais.


para que a atividade seja libera e o executante a realize com
segurança.


se e...
anonimo  - continuação   |23.09.2011
se esse material, vidro caisse? e fosse danificado, qual valor teria? 2mil.3mil 50 mil...

e a vida deste colega?
realmente não tem preço, para os familiares,


mas pelo fato da vida dele não ter preço algo incalculavél,
temos na NR 15 que fala que em caso de morte por negligencia de segurança da empresa um calculo estipulado.


simples. se nosso colegam ganham por dia o equivalente a 40 reais.

devemos multiplicar pelo quantidade de dias
estipulados na NR em caso de morte que é de 6.000

vamos as contas

40*6000 = 240.000 sem conta outros beneficios e
auxilios...


pense! vamos acordar...

abração espero ter ajudado.

mas a ideia da correia foi bacana,
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