Robotização industrial já é realidade no vidro

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Viminas torna-se a primeira indústria processadora de vidros a adotar a robotização de suas linhas de temperados

02131A robótica industrial é uma indústria madura, com mais de 40 anos de mercado e 1,2 milhão de robôs vendidos por todo o mundo. E parece que finalmente ela chegou ao setor vidreiro. Quem visita a unidade produtiva da Viminas, no município de Serra (ES), tem a impressão de que o futuro já chegou realmente. Duas linhas robotizadas, uma para produção de boxes para banheiros e outra, para produção de vidros de engenharia, manipulam as chapas brutas até que esta saia, ao final, cortada, polida, limpa e pronta para ir ao forno de têmpera.
Os equipamentos foram comprados na Itália e, na época da visita da reportagem à unidade da Viminas, em novembro, a empresa era a única empresa brasileira a possuir a linha completa para vidros de engenharia. No mundo, aliás, apenas oito empresas utilizam essa tecnologia completa.
A linha voltada para boxes de banheiro possui menor porte. Ela recolhe os vidros já cortados de um cavalete que passa pela seqüência de equipamentos sem praticamente nenhuma interferência humana. Após a lapidação filete feita em uma biseladora bilateral a programação do equipamento indica se a peça que está sendo trabalhada é uma porta ou fechamento para o suporte e as furadeiras avançam sobre a esteira ou se recolhem conforme o serviço.
Trabalhando das 6h da manhã às 18 h e produzindo somente portas com suas furações a linha é capaz de produzir 900 unidades.
A linha voltada para vidros de engenharia possui maior porte e é bem mais sofisticada. O recorte do vidro é programado no computador. Seguindo a seqüência de produção os vidros vão sendo cortados na mesa automática e posicionados através de esteira rolante no equipamento. Em determinado ponto o vidro é suspenso e suas bordas e cantos são trabalhados através de quatro cabeças robôs, dotadas de pequenos rebolos diamantados e de polimento que se movem ao redor do vidro em perfeita sincronia. O vidro é trabalhado de forma totalmente automática. Ao final do processo a peça pronta é abaixada e caminha, através da esteira, para receber os furos em um módulo mais 02132adiante. Um pouco mais de esteira e a peça entra na lavadora automática. Tudo é feito sem o mínimo esforço humano. A grande vantagem do equipamento é a qualidade final do trabalho. Os recortes, por exemplo, recebem pequenos chanfros e acabamento totalmente uniformizado. O diretor da Viminas, Mauricio Ribeiro, comenta que desde que o equipamento começou a operar, há quatro meses, o número de quebras de vidro no forno caiu a quase zero. Também foram reduzidos os números de erros no corte e devolução de peças pelos clientes.

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Comentários
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Tulio  - robotização industrial   |30.09.2009
Ei meus amigos eu quero saber tudo sobre a robotização industrial

quero a resposta agora





vlw otários
Anônimo   |23.03.2010
:cheer: legaaaaaaaal@!!!!!!!!!!!
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